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COMO SABER SE O SEU DISCO RÍGIDO ESTÁ EM BOAS CONDIÇÕES (Portugues)

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Se é utilizador de computadores há algum tempo, de certeza que já passou pela angustia de ter um disco rígido mecânico que começou a fazer barulhos suspeitos que, normalmente, querem dizer que o disco está a dar as últimas. Principalmente se já tiverem alguma idade.

No entanto, estes sons nem sempre querem dizer problemas. Porque podem ser causados por uma ventoinha, ou qualquer outra peça móvel que está dentro da máquina.

Então como se pode saber se o disco está bom, ou está prestes a “morrer”?

A regra de ouro, se suspeita que o seu disco está com problemas, é, em primeiro lugar, tentar remover o máximo de dados importantes para outro meio o mais depressa possível. Isto porque, quando os discos estão realmente com problemas, a falha total pode acontecer a qualquer altura e depois, para voltar a ver os seus ficheiros, só recorrendo a um serviço especializado de recuperação de dados. E mesmo assim não existem garantias de conseguir recuperar seja o que for.

Para copiar os seus dados, pode usar um programa de cópias de segurança, o explorador do Windows ou o Finder do Macintosh para copiar os dados para uma unidade NAS ou para um disco externo.

Use o S.M.A.R.T.

Depois de copiar os dados do disco que suspeita estar em risco de falhar para outra unidade, pode usar o sistema S.M.A.R.T. para ter uma ideia do que realmente se está a passar.

S.M.A.R.T. que dizer ‘Self-Monitoring Analysis and Reporting Technology’ e foi uma tecnologia inventada pela IBM em 2004 para monitorizar o estado de saúde das unidades de armazenagem dos servidores. Qualquer disco comercializado desde 2004, independentemente da interface, inclui esta tecnologia, no entanto necessita de uma aplicação própria para pode aceder aos dados, como é o caso do Crystal Disk Info ou do HD Tune.

Ambos são ferramentas freeware que pode descarregar e usar gratuitamente.

 

O Crystal Disk Info dá muita informação acerca do estado de saúde do seu disco, começando pela parte superior, temos as informações gerais como o fabricante, modelo e tipo de disco que está a ser analisado. Abaixo estão as informações acerca da interface utilizada e da respectiva velocidade máxima. Também lá estão informações acerca da capacidade, o número de série, a letra atribuída pelo Windows, o tamanho do buffer e a velocidade de rotação.

Análise dos dados

À esquerda está a indicação da saúde geral do disco que ser para dar ao utilizador informação rápida acerca do estado do disco rígido. Ao pé desta informação está também a informação acerca da temperatura da unidade. Para referência, a temperatura ideal de funcionamento de um disco mecânico situa-se na entre os 25 e os 40 graus centigrados.

A informação ‘Power on Count’ diz ao utilizador quantas vezes que o disco foi ligado à corrente eléctrica. Relacionado com esta é a informação ‘Power on hours’ que indica o tempo acumulado, em horas, que a drive esteve a funcionar desde a sua construção.

Todas estas informações são úteis, mas não lhe dizem com certeza quando é que a drive pode “entregar a alma ao criador”. E, apesar de integrarem esta tecnologia nos seus produtos, os fabricantes não indicam com certeza que aspectos é que podem acelerar a decadência do seu disco.

No entanto houve uma empresa que testou mais de 40.000 discos e analisou os dados do sistema S.M.A.R.T. em todos eles e criou uma lista com os erros que levam mais frequentemente a uma falha total do disco:

SMART 15 – Rellocated Sector Count: O número de sectores do disco que apresentaram erros e que foram remapeados para sectores limpos. À medida que os sectores danificados se acumulam no disco, o desempenho vai decrescendo.

SMART 187 – Reported Uncorrectable Errors: O número de erros que não podem ser recuperados.

SMART 188 – Command Timeout: O número de operações que tiveram de ser suspendidas devido ao disco ter deixado de responder.

SMART 197 – Current Pending Sector Count: O número de sectores com erros irrecuperáveis de leitura que estão à espera de serem remapeados.

SMART 198 – Uncorrectable Sector Count: O número total de sectores com erros não corrigidos. Este valor sobe quando a drive está prestes a falhar.

Se os valores reportados estiverem muito próximos do valor reportado na coluna Threshold, isso pode querer dizer que o seu disco pode estar prestes a falhar.

De notar que o Crystal Disk Info não segue a mesma convenção de numeração para designar estes erros, tendo optado pela numeração hexadecimal e por uma numeração diferente.

Os SSD também têm S.M.A.R.T.

Apesar de não terem peças móveis como os discos mecânicos tradicionais, os SSD também incluem o sistema de diagnósticos S.M.A.R.T.

Enquanto que os discos mecânicos vão perdendo capacidades à medida que vão envelhecendo, também os módulos de memória flash vão perdendo a capacidade de guardarem dados com a mesma eficácia de quando eram novos.

No caso dos SSD, a solução mais eficaz é usar o software do fabricante do disco que fornece o mesmo tipo de informação do Crystal Disk Info, mas inclui a informação relacionada directamente com a tecnologia SSD.

É o caso, por exemplo, do parâmetro 202 – Percentage Lifetime Used que utiliza o cálculo da quantidade de vezes que os módulos foram escritos e apagados para lhe dar uma ideia do tempo de vida que resta à drive SSD. No caso dos SSD da Intel, este valor é calculado pela escrita diária de 20GB ao longo de 5 anos.

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